Epicondilite Medial

A epicondilite medial, popularmente chamada de “cotovelo de golfista”, é uma inflamação nos tendões que ligam a musculatura do antebraço à parte interna do cotovelo. Ao contrário do que o nome sugere, ela não afeta apenas atletas, mas qualquer pessoa que realize movimentos repetitivos de flexão do punho ou preensão manual vigorosa. Essa condição gera um desgaste progressivo nos tecidos, resultando em dor e sensibilidade que podem irradiar para o antebraço, prejudicando a execução de tarefas simples no dia a dia.

Causas mais comuns:

  • Uso excessivo em atividades esportivas: Esportes que exigem arremessos ou movimentos de alavanca com o punho sobrecarregam os tendões mediais.

  • Movimentos laborais repetitivos: Profissões que envolvem o uso constante de ferramentas manuais ou digitação prolongada favorecem a inflamação crônica.

  • Erros de técnica biomecânica: Praticar exercícios físicos com postura inadequada gera uma distribuição de carga desigual no cotovelo.

  • Levantamento de carga inadequada: Erguer pesos excessivos sem o devido preparo muscular causa microlesões nas fibras dos tendões.

  • Desequilíbrio muscular do antebraço: A falta de fortalecimento dos músculos flexores torna a estrutura articular vulnerável a estresses contínuos.

Quando procurar um ortopedista?

É fundamental procurar a avaliação do Dr. Rodrigo se a dor no cotovelo persistir por mais de uma semana ou se houver sinais de formigamento que irradiam para os dedos. O diagnóstico especializado envolve testes clínicos específicos e, se necessário, exames de imagem como o ultrassom para verificar o grau da inflamação ou a presença de pequenas rupturas. Tratar a epicondilite logo nos estágios iniciais é a melhor forma de evitar que a lesão se torne crônica e exija procedimentos de reabilitação muito mais longos.

Conclusão

O tratamento para a epicondilite medial é focado na redução da inflamação e na reabilitação funcional através de fisioterapia e exercícios de alongamento específicos. Medidas como o uso de gelo local, ajustes na ergonomia do trabalho e o repouso relativo são essenciais para permitir que o tendão se recupere sem a necessidade de cirurgia na maioria dos casos. Com o acompanhamento correto, o paciente retoma suas atividades sem dor, recuperando a força e a mobilidade total da articulação para uma vida ativa.

AGENDE UMA CONSULTA COM O
DR. RODRIGO PIRES